A mobilização da classe operária é indispensável para derrotar o imperialismo

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Conferência internacional de apoio à Venezuela, realizada em Caracas a 17 e 18 de Setembro de 2017.

A 18 de Novembro, Informations ouvrières (Informações Operárias, semanário do Partido Operário Independente, de França) organizou um comício internacional, em Paris, sobre o centenário da Revolução russa, com uma tribuna onde estiveram militantes de diversos países (França, Venezuela, Espanha e Rússia). Transcrevemos a intervenção de Alberto Salcedo, militante venezuelano da IVª internacional e responsável pelo boletim El trabajador (O Trabalhador). (Ler aqui)

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«Viva a República!» no Estado espanhol

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Manifestação em Barcelona pela república catalã.

No passado dia 18 de Novembro, Informations ouvrières (Informações Operárias, semanário do Partido Operário Independente, de França) organizou um comício internacional, em Paris, sobre o centenário da Revolução russa, com uma tribuna onde estiveram presentes militantes de diversos países (França, Venezuela, Rússia e Espanha). Transcrevemos a intervenção de Luis González, dirigente do POSI (Partido Operário Socialista Internacionalista, Secção espanhola da IVª Internacional). (Ler aqui)

“É isto, as conquistas de Outubro!”

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Na tribuna do comício, da esquerda para a direita: Alberto Salcedo (Venezuela), Luis Gonzalez (Espanha), Anton Poustovoy (Rússia), Jérôme Legavre, Patrick Hébert, Marc Gauquelin e Jo Salamero (todos da França).

No passado dia 18 de Novembro, Informations ouvrières (Informações Operárias, semanário do Partido Operário Independente, de França) organizou um comício internacional, em Paris, sobre o centenário da Revolução russa, com uma tribuna onde estiveram presentes vários militantes franceses, um da Venezuela, outro de Espanha e ainda um militante russo – Anton Poustovoy, do Partido Revolucionário dos Trabalhadores da Rússia. Transcrevemos um excerto da intervenção deste último, publicada na edição n° 480, de 22 de Novembro de 2017, deste semanário. (Ler aqui)

“O dinheiro não chega para tudo”…?

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«“O dinheiro não chega para tudo”, ou afinal o que existe continua a ser muito mal distribuído?» – foi esta a questão abordada por Joaquim Pagarete, na 2ª Conferência Nacional de Professores Aposentados da FENPROF, cujo lema era «Afirmar direitos, valorizar pensões, dignificar a aposentação» (Ler aqui)

Reivindicações dos professores são incompatíveis com Orçamento do Estado para 2018

Nao_apagao_manif_profs_15_Nov_2017Depois da greve e concentração do passado dia 15 de Novembro (ver Comunicado da CDEP), os dirigentes dos sindicatos dos professores estabeleceram com o Governo um “compromisso de entendimento” onde foi garantida a preservação da carreira profissional destes trabalhadores do Ensino. (Ler aqui os detalhes)

A revolução foi traída, mas o legado de Outubro sobrevive

Contra-revolução estalinista preparou o terreno para o fim da União Soviética

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Delegados ao 1º Congresso da Internacional Comunista (1919). Em destaque Lenine e Trotsky, que defenderam a República mundial dos Sovietes.

Transcrevemos do jornal “O Trabalho” (1), na sua edição nº 818, de 16 de Novembro, este artigo sobre a degenerescência da URSS da autoria de Julio Turra, que é militante da IVª Internacional e simultaneamente Director Executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Brasil. (Ler aqui)

(1) Jornal cuja publicação é da responsabilidade da Secção brasileira da IVª Internacional (cujos militantes fazem parte da Corrente do Partido dos Trabalhadores – PT, com essa mesma designação).

É necessário que o Orçamento do Estado responda às exigências da Escola Pública

Reconhecimento do desempenho dos seus Professores e Educadores

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A Comissão de Defesa da Escola Pública (CDEP) fez-nos chegar o comunicado, com este título, que distribuiu na concentração dos professores em frente da Assembleia da República, com todas as suas organizações sindicais, apoiada numa greve histórica que teve a adesão de cerca de 90% dos educadores e professores, a nível nacional. A CDEP constata: “O dinheiro não chega para tudo”, disse o Sr. 1º ministro em resposta às reivindicações dos professores (600 milhões de euros). No entanto, o Orçamento do Estado tem valores questionáveis cujo montante é bem superior a este valor, como mostra a CGTP-IN. Para já não falarmos da desigualdade no pagamento de impostos… (Ler aqui)