Sobre Partido Operário de Unidade Socialista

Membro da IV Internacional, o POUS apoia e desenvolve as iniciativas do Acordo Internacional dos Trabalhadores e dos Povos que, em todo o mundo, promove a defesa das Convenções da OIT, dos direitos laborais, da independência das organizações sindicais e da paz.

Brasil: dia 15 de Agosto em Brasília e dia 1 de Setembro em São Paulo!

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Nota de informação aos grupos de base do DAP – Diálogo e Acção Petista (1)

Companheiras e companheiros,

Vai aqui uma prestação de contas aos aderentes e amigos do DAP sobre a inscrição da lista de candidatura Lula-Haddad.

Após a maratona de reuniões deste fim-de-semana o resultado é claro: a Convenção Nacional do PT decidiu, efectivamente, inscrever a candidatura presidencial de Lula, preso político dos golpistas, com um programa de governo que inclui convocar uma Assembleia Constituinte Soberana para refundar as instituições apodrecidas do Estado, pelo que o DAP tem lutado.

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As primeiras consequências da saída dos EUA do Acordo com o Irão sobre a energia nuclear (1)

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Pelo Estreito de Ormuz passa mais de 30% do comércio mundial de petróleo.

A saída dos EUA do Acordo com o Irão sobre a energia nuclear é uma das medidas centrais da Administração americana de Trump, em matéria de política internacional. Continuar a ler

Incêndios na Grécia: austeridade mortífera (1)

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Mati, próximo de Atenas, a 24 de Julho de 2018: dezenas de mortos e uma paisagem de desolação. Lá como cá… as mesmas causas produzem os mesmo efeitos!

Uma nova tragédia abateu-se sobre a Grécia na semana passada. A população e os veraneantes da pequena cidade balnear de Mati, próxima de Rafina, no nordeste de Atenas, pagaram caro os graves incêndios que aconteceram na noite de 23 de 24 Julho, atiçados por ventos violentos, sobre fundo de austeridade e de cortes orçamentais nos serviços públicos e, nomeadamente, nos serviços de combate aos fogos. A 28 de Julho, o número de pessoas que tinham perdido a vida ascendia já a 88.

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Nicarágua na encruzilhada, 39 anos após a revolução: Ortega dialoga com os empresários e a Igreja, enquanto reprime mobilizações (1)

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Manifestação em Manágua, capital do país, a 29 de Junho.

A 19 de Julho completaram-se 39 anos da revolução dirigida pela Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), que tinha entre os seus comandantes Daniel Ortega. Hoje, o seu Governo reprime mobilizações populares em cidades como Masaya, um dos bastiões da revolução de 1979. Continuar a ler

O Parlamento israelita vota uma lei de apartheid e o Exército de Israel bombardeia Gaza (1)

Aparte

Israel

Soldados israelitas controlam a identidade de Palestinianos, no ponto de controlo de Qalandia, entre a cidade de Ramallah (na Cisjordânia) e Jerusalém.

Esta lei instaura o hebreu como única língua oficial, quando – até agora – nas fronteiras de 1948 (é assim que os Palestinianos designam o Estado de Israel), as línguas oficiais são o hebreu e o árabe. A nova lei declara que “o Estado considera que o desenvolvimento das implantações judias decorre do interesse nacional e que o Estado tomará medidas para encorajar, fazer avançar e servir este interesse”. Por outro lado, ela proclama que Jerusalém é a capital do Estado de Israel, incluindo a parte oriental da cidade anexada e ocupada. Continuar a ler

Todos juntos!

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Os professores mostraram a sua determinação, permanecendo nas suas escolas e inviabilizando, de forma sistemática, as reuniões da avaliação dos alunos, apesar do cansaço e das enormes dificuldades.

Os enfermeiros exigem retomar o seu horário de trabalho de 35 horas, a partir de 1 de Julho, aliás uma promessa que constava do próprio programa do Governo. Mas a inexistência de autorização, até esta data, para novas contratações, obrigará as administrações hospitalares a ter que reduzir serviços, incluindo cirurgias, e recorrer a múltiplas horas extraordinárias destes profissionais da Saúde, numa situação que já se vinha degradando e cuja gravidade leva muitos hospitais à impossibilidade de cumprirem as suas funções básicas.

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Reino-Unido: crise aberta na cúpula do Partido Conservador

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Manifestação em Londres, a 13 de Julho, contra a visita de Trump.

No passado fim-de-semana, parecia que Theresa May tinha conseguido manter a unidade do Partido Conservador e do Governo. Ela tinha reunido, durante um dia inteiro, os membros do Governo na residência de campo do Primeiro-ministro, em Chequers, para os convencer a apoiarem o Livro branco sobre a saída da UE, que contém as propostas concretas apresentadas pelo Governo inglês aos negociadores da UE. Após um dia de negociações – onde foi pedido aos ministros para deixarem o seu computador portátil à porta da reunião… para evitar fugas de informação (!) – os partidários do “Brexit duro” pareciam ter aceite o plano proposto, que previa, para manter o acesso do Reino-Unido ao Mercado Comum, um alinhamento em relação às normas europeias sobre a transacção de bens.

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