Solidariedade internacional entre os estivadores

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Estivadores portugueses mostram a via do internacionalismo ao manifestarem a sua solidariedade com a luta dos seus colegas de Gotemburgo, na Suécia. (Ler aqui)

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Trump confronta-se com a realidade

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Não há politólogo ou mero comentador que não dê palpites sobre os sinais de reorientação estratégica do imperialismo dos EUA, sob o comando de Trump. Mas, será assim?

Transcrevemos de Informations ouvrières – Informações operárias, o semanário do Partido Operário Independente, de França – edição nº 440, de 15 de Fevereiro de 2017 uma análise sobre o primeiro mês da governação de Trump, da autoria de Devan Sohier. Nela é dito nomeadamente:

«Após ter tentado confirmar – nos primeiros dias que se seguiram à sua investidura – aquilo que tinha anunciado durante a campanha eleitoral, a realidade das relações diplomáticas e das relações de força à escala internacional está a impor-se a Trump. Assim, a diplomacia da nova Administração dos EUA está a ser implementada, de imediato, através de violentas guinadas em todos os sentidos.»

(Continuar a ler)

Análise da situação a nível mundial

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Com a eleição de Trump, abre-se uma nova etapa da crise do imperialismo

No último número da revista teórica da IVª Internacional (A Verdade), publicado em Dezembro de 2016, é feita uma análise da situação política, social, económica e financeira a nível mundial. Nela é dito nomeadamente:

“Este fim do ano de 2016 está marcado por uma acentuação sem precedentes da crise geral do sistema capitalista. No coração desta turbulência está a principal potência imperialista mundial, os EUA. A eleição presidencial e a vitória de Trump soa como um trovão nos EUA e à escala mundial. Os especialistas e outros analistas tiram daqui uma conclusão: a vitória de Trump, a “subida dos populistas” na Europa e a queda de Dilma no Brasil exprimiria, segundo eles, uma viragem à direita da sociedade a nível mundial.

Esta cantilena não fará mais do que se acelerar neste ano de 2017, que é o ano do centenário da Revolução de Outubro. Para todos estes politólogos, de “esquerda” ou de direita, o fim da URSS significaria o encerramento do período histórico aberto em 1917, o fim da luta de classes e do socialismo.” (continuar a ler)

A revolta dos agricultores gregos

No momento em que os credores da Grécia, o FMI e o Eurogrupo, se digladiam sobre a forma de desbloquear o terceiro “plano de ajuda” – decidido em Julho de 2015 (sendo sabido que essas verbas voltarão, em seguida, para os bancos europeus) – a revolta fervilha entre os camponeses gregos.

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Milhares de agricultores gregos manifestaram-se a 14 de Fevereiro nas ruas de Atenas contra a subida de impostos, que aumentam desde 1 de Janeiro e fazem parte das medidas do plano de resgate do país. Durante o protesto, em frente ao Parlamento na capital grega, os agricultores distribuíram alguns dos produtos que produzem.

Transcrevemos de Informations ouvrières – Informações operárias, o semanário do Partido Operário Independente, de França – edição nº 440, de 15 de Fevereiro de 2017 uma reportagem sobre este assunto (ler aqui).

MÉXICO: ENTALADO ENTRE TRUMP E O SEU PRÓPRIO GOVERNO

FACE ÀS AMEAÇAS DE TRUMP

E ÀS CONTRA-REFORMAS DE PEÑA NIETO

UNIR FORÇAS!

É esta a responsabilidade dos dirigentes que se manifestam pela nação e pelos interesses dos trabalhadores

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Trump não tem perdido tempo – desde que tomou posse – em tentar implementar a panóplia de ataques que, durante a sua campanha eleitoral, prometeu fazer em todo o mundo. Damos o exemplo do que pretende impor ao México e da resposta que, tanto ele como o Governo mexicano, estão a ter dos trabalhadores e do povo mexicanos. Apresentamos o Editorial do jornal “El Trabajo”, da responsabilidade da Organização Socialista dos Trabalhadores, Secção mexicana da IVª Internacional, publicado no seu nº 255, a sair em Fevereiro de 2017.

SÍRIA: Uma nova repartição dos papéis das grandes potências?

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A ex-cidade de Alepo, a 21 de Janeiro de 2017.

Para dar novos elementos de compreensão sobre a guerra civil que continua a dilacerar a Síria, traduzimos um artigo da autoria de François Lazar, publicado em Informations ouvrières (Informações operárias, o semanário do Partido Operário Independente, de França) na sua edição de 1 de Fevereiro de 2017.

(Ler aqui)